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Mormo

Doença infectocontagiosa grave e crônica que ataca principalmente equídeos

Mormo (cavalos, burros, mulas).

Doença infectocontagiosa grave e crônica que ataca principalmente equídeos

Agente: Bactéria Burkholderia mallei.

Transmissão: Ingestão de água/alimentos contaminados com secreções de animais doentes, ou contato com feridas. Também pode ser transmitida aos humanos.

Sintomas: Febre, tosse, corrimento nasal purulento (catarro), nódulos/úlceras na pele, abscessos pulmonares, emagrecimento intenso.

Tratamento: Animais positivos devem ser sacrificados (eutanásia) por lei, pois são fontes de infecção. NÃO TEM CURA E É PROIBIDO TRATAR no Brasil.

Prevenção: Testes sorológicos periódicos (exame de Mormo) e controle de trânsito de animais (GTA).

Sinais clínicos

>> Febre, Tosse, corrimento nasal

Os equídeos podem apresentar febre, tosse e corrimento nasal. Inicialmente, as lesões nodulares evoluem para úlceras que após a cicatrização formam lesões em forma de estrelas. Estas lesões ocorrem com maior frequência na fase crônica da doença, que é caracterizada por três formas de manifestação clínica: a nasal, pulmonar e cutânea, porem estas não são distintas, podendo o mesmo animal apresentar todas simultaneamente.

>> Forma nasal

Descarga nasal serosa, que transforma-se em purulenta fluida amarelo-escura e purulenta hemorrágica.

>> Forma pulmonar

Pneumonia lobular com formação de abscesso e pleurite fibrosa.

>> Forma cutânea

abscessos subcutâneos, aumento dos linfonodos e aumento do volume dos vasos linfáticos que os interligam (aspecto de rosário). Podem ocorrer edema e ulcerações, principalmente nos membros posteriores.

>> Controle

Atualmente, a doença não tem tratamento e não há nenhuma vacina animal ou humana eficaz contra a infecção da B. mallei. As formas de controlar a doença na propriedade é receber apenas animais com exames negativos para mormo, não realizar o compartilhamento de materiais/fômites (como arreios, escovas, agulhas...) e principalmente o uso de alimentadores e bebedouros individuais.

☞ Procure sempre orientações do seu médico veterinário.

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